quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A saúde começa pela boca


               Ao contratar um plano odontológico, você começa um processo de prevenção, pois esse é o objetivo de ter um plano odontológico: prevenir! Quando você cuida da sua saúde bucal, evita diversas doenças, além de ficar esteticamente apresentável para outras pessoas, o que conta bastante ao se iniciar uma reunião de negócios ou em uma entrevista de emprego.

            Se você escolhe ter um plano deve levar em consideração alguns aspectos e coberturas que o mesmo pode oferecer, ter um plano odontológico é algo mais do que benéfico, trata-se de uma aquisição praticamente necessária. Seja um plano individual, familiar ou até mesmo coletivo. 

            Os benefícios são incontáveis, financeiramente falando, quando você contrata um plano odontológico consegue ter facilidade aos procedimentos e pagar bem mais barato em relação a um honorário normal de um dentista particular. Caso você tenha medo de dentista, por algum trauma ou outra coisa do tipo, ao ter um plano esse medo reduz na maioria dos casos, pois começa a existir uma confiança mutua entre você e seu dentista. E com isso, caso haja alguma anormalidade em sua saúde bucal, rapidamente será descoberta e resolvidas conforme as possibilidades médicas.

            Já para você empresário que se questiona sobre a necessidade de sua empresa ter esse benefício, pense melhor pois o objetivo de contratar um plano odontológico aos seus funcionários é promover a plena saúde bucal do colaborador e de sua família com a prestação de serviços assistenciais e preventivos. Por isso um funcionário com um benefício desses será mais feliz e consecutivamente mais produtivo.


Venha tomar um café e conversar mais sobre esse benefício tão necessário para a sua saúde bucal! 

Contatos: (11) 4116-6080
www.jordaoseguros.com.br 

Por: Wilson Soto (Estudante de Jornalismo)

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Planejamento Financeiro


A Previdência Privada serve como um complemento para aposentadoria de maneira conjunta ao INSS, com a finalidade de aumentar a sua renda quando chegar a aposentadoria, isso com contribuições mensais ou esporádicas, relativo à sua vontade. Resumindo: você começa a investir na previdência privada de acordo com periodicidade escolhida pelo próprio contribuinte e isso trará a você uma aposentadoria melhor.

Precisamos planejar o nosso futuro, e a melhor forma de planejamento financeiro é a Previdência Privada, podendo reservar uma certa quantia pequena, que com o rendimento se tornará um valor considerável para a realização de um sonho/objetivo ou retirada mensal para aposentadoria. 

Existem dois tipos de planos de Previdência Privada, sendo: 

- PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)

O PGBL é recomendado para aqueles que fazem declaração no imposto de renda no modelo completo, porque permite reduzir até 12% da renda anual tributária.

-VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)

O VGBL é recomendado para aqueles que fazem declaração no imposto de renda no modelo simples.

A idade para fazer uma Previdência Privada pode ser desde a infância até a terceira idade, porém trata-se de um investimento a longo prazo, por isso é recomendado iniciar com antecedência o seu planejamento financeiro. Quanto mais jovem você começa, maior será a quantia acumulada para a sua aposentadoria, um exemplo é a Previdência Infantil que o responsável da criança, abre uma previdência desde o nascimento e vai depositando para que quando crescer ela possa pagar parte de sua faculdade, comprar um carro ou realizar um sonho.

Venha tomar um café e conversar mais sobre esse benefício tão necessário para a sua aposentadoria e realização dos seus sonhos! 

Contatos: (11) 4116-6080
www.jordaoseguros.com.br

Por: Wilson Soto (estudante de Jornalismo) e Rosi Jordão (especialista em benefícios para empresas).


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Seguro Viagem




Para que suas férias tenham apenas boas lembranças, é importante estar preparado para imprevistos desagradáveis. Extravio de bagagem, roubo ou perda de passaporte e despesas médicas ou odontológicas. Ter uma viagem tranquila exige alguns cuidados, como por exemplo, contratar um seguro viagem, que possibilita diversos tipos de coberturas. O seguro viagem é uma ferramenta de segurança, que dá proteção ao segurado do início ao fim da viagem.

 Alguns podem achar que fazer um seguro de viagem é ter um custo desnecessário. Mas é preciso pensar que incidentes imprevisíveis podem acontecer mesmo quando você está de férias. Fato é que ficar doente ou ter um acidente ou outro tipo de problema qualquer não tem dia nem hora marcada para acontecer.

 Claro que ninguém quer ficar doente em uma viagem, mas caso isso ocorra, as vantagens em contratar este tipo de serviço são enormes, como a segurança, além da proteção de que se algo acontecer terá cobertura. Vale lembrar que uma consulta simples custa em média 300 dólares nos EUA. Alguns países como Europa e EUA exigem do viajante ter o seguro viagem, pois em muitos países não existem assistência médica pública gratuita. É tudo pago.


9 dicas para não errar na hora de contratar o seguro viagem:


1.      Avalie qual cobertura é adequada ao seu perfil;
2.     
Conheça bem suas coberturas;
3.     
 O cancelamento do seguro viagem pode ser feito em até sete dias úteis sem custo;
4.     
 Verifique a disponibilidade de assistência local;
5.     
Verifique se o plano cobre doença preexistente;
6.     
 Saiba diferenciar assistência de seguro viagem;
7.     
Lembre-se de verifica se para o seu destino à contratação do seguro viagem é obrigatória;
8.     
 Informe os detalhes da viagem;

9.     
 Tenha sempre em mãos os telefones úteis caso precise acionar o seguro.

Por: Wilson Soto - Estudante de Jornalismo

terça-feira, 11 de abril de 2017

Vamos empoderar os beneficiários?








Trazer o beneficiário de planos de saúde mais para perto, promovendo sua participação nas decisões relacionadas ao uso do plano é uma das bandeiras que mais defendemos. Afinal, tornar o paciente parte ativa no processo de decisão de gastos, ajuda a tornar mais racional a utilização de serviços de saúde. Os planos de com conta poupança e franquia anual, como já apontamos aqui no Blog, fazem exatamente isso e têm conseguido reduzir entre 5% e 15% o total de despesas com saúde em comparação aos planos tradicionais em países onde são empregados.

Aqui no Brasil este tipo de plano ainda não é permitido, contudo, a ANS está lançando uma ação exatamente com o mesmo objetivo: o projeto “Sua Saúde: Informe-se e Faça Boas Escolhas”
Inspirada em iniciativas similares desenvolvidas em outros países, como a “Slow Medicine”e o “Talking to your Doctor (NIH/EUA)”,  o projeto  busca falar diretamente com o paciente, fornecendo informações relevantes e orientando sobre questões relacionadas ao cuidado e tecnologias utilizadas no diagnóstico e tratamento de doenças.

Claro, ainda é cedo para afirmar que o programa alcançará seus objetivos, mas torcemos que sim. Especialmente porque isso significaria mais qualidade de vida para os beneficiários. 
Saiba mais sobre o projeto no site da ANS

Texto: Instituto de Estudo Saúde Suplementar - IESS


Assista a apresentação do Projeto:

https://www.slideshare.net/ans_reguladora/projeto-sua-sade-informese-e-faa-boas-escolhas

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Desperdício e Ineficiência, os maiores problemas da saúde suplementar



O desperdício na saúde suplementar, um dos principais motivos para os elevados custos do setor de saúde suplementar. Por tanto, quando um médico assume um dos principais hospitais do País e afirma que “caro é o desperdício, cara é a ineficiência, a complicação, a readmissão (hospitalar). Tudo isso torna a saúde cara", não podemos deixar de ecoar suas preocupações.

A declaração foi feita pelo cirurgião Sidney Klajner, novo presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, em entrevista à Folha de S.Paulo e reflete bem o que defendemos há tempo.

Apenas para contextualizar o que estamos falando, eventos adversos em saúde consomem até R$ 15 bilhões da saúde privada no Brasil por ano. Como apontamos no Estudo “Erros acontecem: a força da transparência no enfretamento dos eventos adversos assistenciais em pacientes hospitalizados” (leia mais aqui). Na conta estão inclusos gastos com medicação aplicada em dosagem errada ou na dosagem correta mas com o medicamento errado, falhas no atendimento que levaram a readmissão de pacientes e muitos outros problemas que poderiam ser evitados.

Ainda faltam computar outros desperdícios, como exames realizados duas vezes, exames realizados mas não retirados, gastos com materiais e exames não necessários etc. O excesso de equipamentos, como aparelhos de ressonância magnética (já comentado aqui no Blog) e mamógrafos (também já apresentado aqui), de manutenção cara e normalmente sub ou super utilizados é outra fonte de desperdício. O TD 51: “PIB estadual e Saúde: riqueza regional relacionada à disponibilidade de equipamentos e serviços de saúde para setor da saúde suplementar” faz uma radiografia dessa questão.

A origem do problema está, contudo, diretamente relacionada ao modelo de pagamento ainda adotado no Brasil: o regime de "conta aberta" (fee for service). Com ele, o hospital é incentivado a consumir o máximo de insumos possíveis para fazer a conta crescer e, assim, aplicar suas taxas sobre todo o consumo. Há um estímulo ao uso dos insumos mais caros e a conta é paga pelo plano, incorporando os desperdícios. O que torna ainda mais importante o comentário do novo presidente do Hospital Israelita Albert Einstein.

Vale ainda destacar que o estudo "A cadeia da saúde suplementar", produzido pelo Insper a nosso pedido, demonstra que as falhas de mercado, como competição imperfeita, oligopólio diferenciado, assimetria de informação e corrupção  – que alavancam os custos de OPMEs, como mostra o TD 55: "Distorções nos gastos com OPME" –,combinadas ao atual modelo de remuneração dos prestadores, criam as condições perfeitas para potencializar os custos de saúde no País. Portanto, ou o mercado muda o modelo de pagamento, premiando a eficiência e punindo o desperdício, ou o sistema continuará registrando recordes de custos.


http://www.iess.org.br/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Novembro Azul - Previna-se Contra o Câncer de Prostata

Urologia - Informações para prevenção.


As informações contidas nesta página são orientações gerais. Elas nunca devem substituir as especificações feitas pelo médico para o seu caso.
1. A partir de que idade os homens devem fazer exames preventivos de câncer de próstata e qual é a periodicidade indicada?
Os homens com mais de 45 anos devem fazer os exames preventivos uma vez por ano. Porém, aqueles com casos pregressos de câncer de próstata na família (pai e irmãos) ou de câncer de mama (mãe e irmãs) devem procurar o urologista após os 40 anos de idade.
2. Todos os homens estão vulneráveis a desenvolver o câncer de próstata?
Infelizmente, o câncer de próstata pode atingir qualquer homem. Porém, as estatísticas indicam que os negros são mais vulneráveis ao desenvolvimento desse tipo de câncer. Por isso, eles devem fazer exames anuais a partir dos 45 anos de idade.
3. Quais são os exames preventivos do câncer de próstata?
Toque retal e Antígeno Prostático Específico (PSA, por sua sigla em inglês) e ultra-sonografia transretal (nos casos suspeitos).
4. O câncer de próstata tem cura?
Sim, especialmente os que forem diagnosticados precocemente, ou seja, aqueles localizados dentro da próstata.
5. Qual é o tratamento indicado para o câncer de próstata detectado precocemente?
O procedimento mais empregado é a cirurgia radical (prostatectomia, extração, radical), com índice de cura de 96%; a braquiterapia (irradiação interstical da próstata) chega a atingir 76% de cura, enquanto as tele-irradiações (de fora para dentro) atingem de 70 a 80% de sucesso.
6. Quais são os tipos de tratamentos possíveis nos diagnósticos tardios?
É possível realizar um tratamento paliativo, sem a finalidade curativa, mas que pode manter o câncer inativo por até mais de 20 anos. Nesses casos, é adotada a hormonioterapia, na qual os hormônios femininos passam a ter a finalidade de bloquear a atividade da célula prostática. Há casos, porém, em que o tumor torna-se insensível à hormonioterapia e lançamos mão de outras maneiras de atuação, como, por exemplo, a quimioterapia de re-sensibilização hormonal e as radioterapias localizadas.
7. Há como se prevenir do câncer de próstata?
A melhor prevenção é fazer os exames anuais.
8. É possível prevenir o câncer por meio da alimentação?
A melhor prevenção é fazer os exames anuais e, com eles, detectar precocemente o câncer de próstata, mas algumas estatísticas mostram que determinados alimentos possuem uma certa capacidade protetora contra a doença, como tomate e frutas em geral. Uma alimentação saudável - sem gorduras - e equilibrada também é aconselhável.
9. O câncer de próstata causa impotência? >
Os tratamentos empregados nos casos de câncer de próstata podem levar à impotência masculina e sua incidência é proporcional à idade do paciente. Nos indivíduos com 40 anos, a probabilidade é de 6%; nos de 70, cerca de 70%.
10. É possível reverter o quadro de impotência nos pacientes submetidos ao tratamento do câncer de próstata?
A impotência propriamente dita só é aceita definitivamente após um ano da cirurgia, pois o retorno da atividade sexual costuma desenvolver-se ao longo deste período, nos indivíduos em que foi possível a preservação dos nervos erigentes.
Fonte: http://www.ibcc.org.br/

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Agende a reunião via conference call - Skype ou Hangout

Facilidade e agilidade sem perder a qualidade.
Agende a sua reunião via hangout ou Skype.

Hoje o site da Jordão Seguros é produzido e gerenciado pela Dhenig Chagas que mora em Manhattan(NY) e as reuniões são realizadas via hangout.
As reuniões via conference call ajuda em nossa mobilidade urbana.







Texto por Rosi Jordão